sábado, 25 de maio de 2013

Estudando à liberdade







Imagino que o anarquismo seja uma forma fundamentalista, com o Viés de ser Ateu, uma condicionante. Assim consigo entender que como o islã, para o mulçumano, esta o Ateu para o Anarquista. O que tem de mais importante nisso para mim, é ser o Ateísmo, muito ligado a forma fundamentalista, ao contrario dos fundamentalismos Cristão, Budista Islâmico, mas fundamentalista. O que não é mau, tanto que o numero de pessoas ligadas a estes fundamentais pensamentos religiosos somam quase o total de humanos na terra hoje. Logo entendo que o número de anarquista pode sim obter espaços de gestão de uns países, que poderá iniciar assim usando as logísticas existentes, para o fortalecimento das associações entre, conselhos, sindicatos e repartições publicas, no sentido de garantir serviços prioritários.


  Estudando à liberdade

Judaísmo:

A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.

O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma multidão de deuses e deusas, alguns representando
forças naturais, outros se manifestando na forma de animais ou de seres bastante semelhantes aos
homes. Além da finitude da vida, a principal diferença entre mortais e imortais consistia no poder
maior destes últimos. Os deuses não eram seres melhores do que os homens, eram simplesmente mais
fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à vida ou mesmo um bom exemplo seu comportamento
que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes egoísta e bizarro.
A relação com esse panteão politeísta era, portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até
manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de magia.

Judaísmo:

A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.

O cristianismo é o segundo elo da revolição monoteísta e influenciaria o islã não menos que judaísmo.
O ano 33d.C. é data tradicional da crucificação de Jesus (Issa) de Nazaré, reformador radical judeu,
pelo exército de ocupação romana e com a conivência da elite religiosa em Jerusalém. Para seus seguidores,
Jesus foi considerado o Messias, o ungido (cristo, em grego), e posteriormente, na teologia de Paulo de Tarso, uma das três expressões da própria divindade. Era uma visão que conduziu fatalmente à ruptura com o judaísmo oficial. Mas, graças ao zelo dos apóstolos, que aproveitaram a existência da diáspora judaica e de uma eficiente rede de comunicação no Império Romano inteiro, a mensagem cristã se difundiu rapidamente. Dentre os direitos o de não ter religião é o que mais incomoda a sociedade,...”Todavia, o ateísmo é a ausência de religião, ou seja, a falta de credo religioso. Obviamente, a renúncia que representa o ateísmo também é aceita dentro de um Estado Laico. Por ser baseado na democracia e na liberdade de consciência, tanto caberá neste Estado qualquer manifestação religiosa, quanto será igualmente aceito aquele que não desejar tê-la”... Esta parte do direito de quem não deseja tela ter os mesmo direito no Estado Laico no Brasil é apenas tese, jamais alguém é aceito plenamente na sociedade sem religião, sem Deus, tem aqueles que políticos consagrados bradam à liberdade por um Estado Laico, mas quando se referee ao Ateísmo perdem força e calados deixa o ritmo social fluírem aos votos , porque devemos ser muito poucos e para não ter repeito político, devemos também estarmos entre aqueles que menos tem formação ,pois esta bandeira fica suja dos pés de quem religiosamente se limpa, não importando com respeito de quem não crê ter que conviver com bandeira agora sim repugnante. Politicamente estaremos vivendo com Estado tolerante a que se refere ao Estado Laico mas e principalmente referindo-se as muitas religiões e alguns Deuses quanto ao Ateu terá que ter mais paciência e conviver com o desconforto de estar incomodando por não crer.

Atento.

Sou dá felicidade atento

Do amor perseguidor a contento

Da liberdade cúmplice e a todos entendo

Sou Anarquistas e a tudo enfrento


Vivo as paixões, estudo, compreendo

Do tempo á evolução, dá humanidade à confusão

Dá ciências a humilde evolução

Dá família, da geopolítica muita coerção


Somos fortes na face da terra

Transformamos, convivemos, reformamos

Queremos dá vida à digna condição


Sou também dá eternidade uma parte

Faço do viver minha arte

Ateu, que universo de vida farte.


Kiko Pardini

 
  ...Genesis...=

Quando, de quando me lembro, e já me entendia criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia. E esta certeza despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma consciência em mim. Por não entender o tempo com toda definição de crescimento, julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só, ou com meus irmãos, minha visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais” domésticos. Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra ...”eu cresço depois, fico grande depois”... Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo os limites do quintal. Quintal que transformava sua aparência e os lugares de brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de jardim, hora por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas ferramentas. Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta, previdente abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes que lutaram bravamente, ao tomar consciência de que terão que lutar para conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o mesmo território modificado. Creio que as consciências advindas de alguns raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais mudanças, assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de ferramentas e do domínio do fogo crê. Bom esta história de que também sou filho teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes, coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas de conformidade com nossas conveniências. Dentro destes rituais o que lembra o lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política, a filosofia e a o tão único e indevidamente Deus. Assim na minha época de eu criança estava como os filhos de nossos ancestrais, vendo minha pradaria e florestas, como nosso quintal e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre risos e eventuais tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém criando entre novos conceitos filosóficos e poesias os resultados de nossa consciência pelo nosso raciocínio. Existem entre nós vários problemas existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos muito domínio e posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou também assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível eternidade.

Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro desta constância até agora para nós entendida como eterna. De criança em casa, entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas apresentaram, sempre tive lá na consciência minha incredulidade embora me obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família, lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado laico onde só conviver varias seitas e religiões nos mais variados deuses e Deus. Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses algum e lutarmos pela nossa compreendendo o lapidar do nosso raciocínio. Pra mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma consciência através do empírico raciocínio natural em toda criança.

 Os exemplos de liberdade que experimentei foram-me muito gratificantes, mesmo tendo sofrido e muito para alcançá-los dentro de cada situação vivida, onde a plenitude dela, á liberdade foi buscada, quando não foi possível resgatei a que mais me completava. É claro que a época que nasci favoreceu muito minha escalada embora demorasse muito para que entendesse alguns dos alicerceis do mundo que estava sendo visivelmente modificados. No Brasil já não havia um ditador no governo apesar do capitalismo, a penicilina contribuía como a pílula anticoncepcional para liberdade, houve Woodstock, a ida do home na lua etc. Assim passei lentamente a interpretar a liberdade e o anarquismo vivendo como aprendiz de tudo que a sociedade pudesse oferecer, dentro de uma ética que variava no respeito Maximo das clausuras impostas por cada profissão que me via envolvido para sobreviver, como também respeitar a ética da ideologia social do tempo nos bairros das cidades que vivi na mescla político religioso passando por lugares de sistema patriarcal ao estado mais puro da liberdade onde as belezas das pessoas somadas aos poderes políticos monetários unidos com as melhores informações davam ares de paraíso ilhado no mundo. Más não só passei aproveitar como poderia um paria, mas também me envolvia nas situações de decisões para melhorar algo ou alguma coisa, este envolvimento é a base da liberdade do ser que nos uni pelos problemas que resolvemos ou não. Ai com o passar dos anos você percebe que o viver aqui ali e acolá muito conquistou apesar das perdas, então estas experiências dos nichos sociais o torna livre de certa forma. Hoje você olha para traz e percebe não pertencer legitimamente de nenhum destes nichos sociais és livre, e todos cobram isso de você. Ai o fim da utopia o êxtase da liberdade transformando em solidão. Na anciã de se identificar com sua liberdade analisa alguns nichos sociais contemplando-os sofrendo porque intelectualmente não galgou níveis de nichos superiores, sofrendo com sua ignorância sem fazer apologia ao empirismo, e como já disse o poeta “...o que fazer desta tal liberdade....”

ONU e o acento Permanente do Brasil no Conselho de Segurança.
Transmitido por TV aberta, a respeito da Segurança Nacional com referência a ONU onde o Brasil, requerendo um acento no Conselho de Segurança esta encontrando restrições. Entendo segundo ouvi do Geopolítico Martins da USP, que os que conseguiram este acento tiveram muitos problemas a ser resolvido e comprometimentos, que o Brasil tem que se adequar e ter proposta do foco a defender, que segundo ele é uma idéia a ser considerada e, eu concordo e venho aqui defender. Porem antes não posso deixar de lembrar a intervenção do Ex Presidente Lula, na união dos países da língua Lusofónica. Foi um inicio para reinvidicar um acento junto ao Conselho de Segurança. Bom segundo o Geopolítico Martins da USP, o Hemisfério Norte, esta contido em mapa afins de segregar o Hemisfério Sul. Com a leitura política onde os países do Hemisfério Norte como Rússia, China, Japão, EUA, Inglaterra e todo continente Europeu seguido pelos países Árabes estão unidos e com voz e vez junto a ONU para fazer uma expansão econômica. Ele o Geopolítico da USP Martins, narra a Saga do Norte nos avanços históricos de desenvolvimento e foi a partir do Sul de Portugal da época das grandes navegações que fixou sua análise percebendo a invasão do Norte do país o forçando a investimentos obtendo êxito com a navegação. O mapa Geopolítico que propõe dos países sul, subentende-se que a união, que assim dividido, nas distancias com a África, compomos também com o continente Australiano como Sul e, este fato confere ao Hemisfério Sul uma condição de proposta para o Conselho de Segurança da ONU, liderado pelo Brasil no foco de defesa do nosso Hemisfério. A seguinte pergunta proposta pelo Geopolítico da USP tem a meu ver respaldo das forças armadas brasileira, “O que queremos o que proporemos para ONU, como foco ideológico para sustentar o comprometimento dos continentes afins”, estes que darão o aval para o Brasil se sustentar como defensor do hemisfério sul, e o porquê da proposta. Uma das reivindicações geopolítica esta na construção do avião supersônico F20 que por ter um custo de produção possível para o Brasil com a Embraer possibilitaria estes países emergentes as defesas territoriais, pois segundo o Geopolítico estamos no momento Marítimo de problemas nas defesas Nacionais. E que no Brasil teríamos que ter mais atenção no transporte dada nossas dimensões revertendo para as linhas férreas o compromisso de transporte de grãos e passageiros. Na Fã de ser discutida com propriedades, esta idéia que traz uma anárquica visão, de liberdades continentais venho expondo com muito interesse nos estudos possíveis. Kiko Pardini

Senhores, o que é a liberdade senão uma existência sem influência?

São observados por mim 4 formas de liberdade. A liberdade mercantil, a liberdade sem adjetivos, a liberdade sem consciência, e a liberdade extrema. Eis que a liberdade mercantil é a que todos já têm, é a liberdade de poder consumir o que quiser, porém, aqui se encontra um opressor querido: o dinheiro. Sendo este um obstáculo para o consumo desenfreado. Sendo assim, nas mentes alienadas da sociedade atual, ter dinheiro é ser livre, é poder ter tudo. Porém, será esta uma forma de real liberdade? Ora, o dinheiro proporciona a liberdade do indivíduo, sendo assim, o indivíduo sendo fortemente influenciado pelo dinheiro. Entretanto, essa ideologia de liberdade não é natural senão que cultural. É uma ideologia implantada em mentes que não questionam para que as indústrias do consumo possam desfrutar de seu Deus sujo: o dinheiro, ou capital, ou o famoso lucro. Ou seja, de uma forma ou de outra, essa liberdade não é verdadeira.


Mas ei que tiremos o capital para que sejamos livres... Ainda temos o Estado para organizar a vida e a sociedade de forma limpa, livre e justa. Ou pelo menos deveria ser, mas não o pode já que a própria natureza fascista do Estado não permite. O Estado se apresenta como todo sendo somente parte. “O que é o Estado senão uma organização de força? Mas é da natureza de toda força não poder suportar nenhuma outra, nem superior, nem igual, não podendo a força ter outro objetivo senão a dominação, e a dominação só é real quando tudo o que a entrava lhe está subjugado.” Sendo assim, cada pessoa, cada indivíduo deve estar abaixo do Estado, deve estar a serviço deste, e apenas obedecer a ele. Isso não se parece, nem de perto, nem de longe, a uma liberdade.

Então tiremos o capital e o Estado fascista, oras. Porém, tendo em vista sua moral e ética como formadores de ações e reações humanas, percebe-se uma auto-limitação individual, ou seja, a própria consciência se torna uma barreira psicológica de ações que te dominam. Sendo assim, mesmo sem um Estado e um capital, o indivíduo não está verdadeiramente livre.


Mas será a liberdade algo que deve ser buscado a fundo? Se assim for, a falta de consciência se tornaria a base da sociedade, porém, seria, ainda, uma não existência de liberdade, já que se tornaria lei a falta de consciência. Portanto, declaro a liberdade extrema inalcançável. Mas, se é inalcançável, deve-se desistir dela? De modo algum! Deve-se procurar a liberdade sem adjetivos! Na qual os fatores EXTERNOS não influenciam a suas ações. Sendo assim, cada um, dono de ti. Ou seja, a autonomia, a liberdade, autogestão e a consciência se tornam as bases da sociedade, e cada individuo, trabalhando e vivendo cooperativamente com seus irmãos de alma. 

Filosofia é importante para a Liberdade

Filosofia (do grego Φιλοσοφία, literalmente «amor à sabedoria») é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, a verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem. Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a argumentação lógica, a análise conceptual, as experiências de pensamento e outros métodos a priori. (wikipedia)

É bem claro para quem começa a "amar a sabedoria" ver que faz sentido que os sistemas formais de educação não lhes de a devida importância, mesmo considerando que em universidades públicas se difunde razoavelmente suas origens históricas que por si só já é algo importante... e falar da importância da filosofia é falar da importância da Liberdade, não podemos construir boas estruturas e "pontes" no campo das relações humanas sem que seus alunos e "alunosprofessores" aprendam a questionar as coisas de um modo assertivo, e isso tem mesmo me parecido ser bem mais complexo do que eu imaginava pois de certa forma o contato com a Filosofia se não bem feito e bem planejado por que o apresenta pode gerar efeitos malévolos, pode gerar um agravamento de recalques e conservadorismos... e isso eu julgo como algo ruim dando-se o fato que acredito que a Filosofia é uma fonte cientifica que se mal acessada pode se fechar e dela saem quase tudo de desenvolvimento cientifico humano e algumas coisas de exatas, ou seja, portas fechadas para a produção de boa parte do conhecimento, seria algo como "desamor a sabedoria" ou algo assim... e já sabemos que existem interesses dos poderes constituídos de manter o status quo, de manter as pessoas agindo o conhecimento e não criando e questionando por ai, isso seria algo ruim.

Bom, existe muito para ser bebido dessa "fonte" que é o "amor ao conhecimento", meu desejo é que cada vez mais isso possa ser percebido pelas pessoas e assim praticado em sua plenitude de Liberdade, meio a exemplo do que prega a Pedagogia Libertária e muito do pregado por Paulo Freire... 

Amém ~

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Os Insatisfeitos movem a evolução da Sociedade

Se considerarmos que estamos num processo histórico em que a concentração de poder no mundo gradativamente vai se planificando, ou seja, cada vez mais nas mãos de mais gente (do monarca para o os aristocratas, dos aristocratas para os burgueses e assim por diante) podemos então entender melhor que estamos de alguma maneira (ainda que muito lenta) mais próximos de uma democracia plena e direta, e sendo assim após isso a quebra dos paradigmas atualmente postos como seria o caso do de uma consolidação da anarquia (em todo mundo o fim do Estado como imposição de cobrança de impostos e sua referidas repressões, e o fim do Capital seja como o conhecemos ou o modelo tido como ideal que em algum momento também viria a ser injusto e repressivo) isso o correria dado o alto senso coletivo da humanidade em todo o mundo e a motivação para se autogerir e assumir responsabilidades de indivíduo) pois seria uma sociedade tão livre que ficaria forte coletivamente e assim valorizaria seus sentimentos de fraternidade, isso tudo pode parecer uma UTOPIA, segundo o wikipedia:



Utopia tem como significado mais comum a ideia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Pode referir-se a uma cidade ou a um mundo, sendo possível tanto no futuro, quanto no presente, porém em um paralelo. Pode também ser utilizado para definir um sonho ainda não realizado. Uma fantasia, uma esperança muito forte.
A palavra foi criada a partir dos radicais gregos οὐ, "não" e τόπος, "lugar", portanto, o "não-lugar" ou "lugar que não existe".

Utopia é um termo inventado por Thomas More que serviu de título a uma de suas obras escritas em latim por volta de 1516. Segundo a versão de vários historiadores, More se fascinou pelas narrações extraordinárias de Américo Vespucio sobre a recém avistada ilha de Fernando de Noronha, em 1503. More decidiu então escrever sobre um lugar novo e puro onde existiria uma sociedade perfeita.


Destaco então que UTOPIA é uma forte esperança e um lugar que não existe ou ideal, dessa forma entendo que UTOPIA não é algo impossível, e sim algo que pode ser idealizado (sem ortodoxismo) e que AINDA não existe, havendo possibilidade de ser construído e por que não através do resultado do dado processo evolutivo exposto? Sem dúvidas que fora isso a humanidade passa de vez em quando por saltos (pulos) de atraso e de avanço como os casos de implantação de ditaduras ou mesmo de revoltas de liberdade.

A UTOPIA pode ser vista como uma construção, um posto paradigma impede nossa chegada a este ponto e ao chegarmos neste ponto vamos descobrir outros paradigmas nos impedindo de enxergar outras UTOPIAS que por sua vez serão pontos mais evoluídos dos que já atingidos, sendo dessa maneira esses "pontos cegos" nos vale para continuarmos insatisfeitos sempre querendo algo melhor para nós membros individuais dentro de uma sociedade de forma coletiva, e assim desta forma seguimos sempre querendo o melhor e já aproveitando as conquistas anteriores, na luta quando tiver que lutar e no sacrifício quando assim for necessário.

sábado, 18 de maio de 2013

Apresentação

Apresentação
Nasce mais um espaço virtual para a publicação de textos e dar “voz” para os que querem liberdade, para compartilhar conhecimentos, para os que querem escrever sobre política e estão preocupados pois estamos em tempos sombrios, o Capitalismo fica cada vez mais selvagem e o Estado cada vez mais loteado por essas lógicas gananciosas, a “Coisa Pública” (República) está desgastada, a democracia agredida e se cada um de nós “acordados” para essas realidades não agir, ai então as coisas ficaram mais nefastas... Bom, muitos ainda acreditam que tudo não é tão ruim que não possa ser mudado, cabe a cada um de nós fazer nossa parte, isso não é fácil, isso exige muito sacrifício e para nós apesar disso existe a certeza da compensação, seja esta por vias de nossa Fé (não confundir com instituições e religiões) seja na certeza do futuro bem estar da humanidade se as mudanças forem feitas, essas mudanças se tratam disso, acreditar que a LIBERDADE e a garantia do RESPEITO podem vir por meio de um processo de valorização da educação e sim através de luta (nesse caso não se trata de enfrentamento com violência e sim de ideias)
O nome desse blog (Utopia Realista) veio a nós pois entendemos que Utopias podem ser realidade e isso de forma não ortodoxa, podemos e devemos ter um mundo em que os indivíduos sejam livres sem deixar de serem RESPEITOSOS um com os outros, um mundo em que todos possam sugerir e participar nas decisões, sem divisas, sem capital ou instituições que nos oprima ou atrapalhe.
A proposta é termos a publicação de textos de diferentes autores de todo tipo de idade e de todo tipo de lugar e em todos os casos a mesma forma de encarar as necessidades urgentes da sociedade se renovar para o bem de todos.