sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Laços e Paradigmas
"Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas." wikipedia
No estudo da história geral podemos destacar o método de pesquisa que entende os fenômenos históricos (sociológicos) como consequência de outros e geradores de outros tantos, nesse processo encontramos o estabelecimento de formas culturais (antropológicas) que vão se degradando e dando origem a outras, em todos esses ciclos estão de igual maneira os fenômenos micro sociais, os casamentos, as sociedades, os vínculos de amizade e demais coleguimos, vou os denominar aqui de "laços" e esses laços são obviamente metáforas, signos referente a forma análoga de que se dão esses tipos de relacionamentos, em geral como no caso dos casamentos se pressupõe laços mais fortes que foram sendo construídos a longo prazo e em etapas de laços menores, e assim num desenvolvimento gradativo se fixando laços mais comprometidos, dessa forma vão "apertando" mais, porém sendo mais complexos de se desatar. Tendo isso sido colocado eu trago o raciocínio desenvolvido para as ideias de Paradigma, vou me focar nas tidas pelas ciências sociais e de filosofia política, nelas se entende o Paradigma como limite colocado frente a evoluções de modelo político ou social, infelizmente existem complexidades no sistema posto (status quo) que são dificuldades descaradas, injustiças e medidas não razoáveis, para tais seria relevante pensar em mecanismos de reforma ou de transformação na busca de melhorias e benfeitorias, o problema é que nesses casos (na grande maioria) tais soluções exigem mudanças na raiz (radicais) e isto posto no que se trata serem empreendimentos sociais, ou seja, abstrações, tornas-se árdua a tarefa de as explicar e quase que impossível suas implementações, de toda sorte tem sido claro para mim que o grau de dificuldade em nada altera o fato da necessidade e relevância da causa, infortunadamente teremos que tocar nessas "feridas" e essas feridas estão nesses "laços", se a forma de encararmos o mundo não passar primeiramente pela forma que encaramos nossos microcosmos sociais (laços e conjunto de laços) então nem mesmo estaremos fazendo diferença em nós, e para quebrar injustiças enraizadas e sedimentadas de muito tempo (quebrar modelos, ou seja, quebrar paradigmas) vamos ter de refletir e começar da base que são nossos laços internos e externos.
terça-feira, 11 de junho de 2013
E a união, onde fica?
Eu sempre me questionei quanto às teses de Émile Durkhein.
Ouvia teorias de solidariedade orgânica e mecânica como “a divisão do trabalho
e de outros setores é o que gera a união na sociedade.” Pô, como assim a
divisão gera a união? Como assim separar em setores pode unir algo?
Vejam vocês como a união é algo tão obscuro pra nós hoje:
qualquer grupo, por qualquer que seja a ideologia, é unido por 1 ou mais
pensamentos em comum e dez vezes mais pensamentos que divergem. No anarquismo,
por exemplo, você pode tentar reduzir todos os grupos anarquistas a um só,
rotulando um movimento inteiro sem considerar as especialidades e
características únicas de cada vertente. Não dá pra dizer que tudo se resume à
negar a coerção de qualquer instituição. Como é feita essa negação? Aqueles que
creem no anarcocapitalismo te darão uma resposta, bem como os que acreditam no
anarquismo verde, anarco cristianismo, etc.
Dentro de cada movimento também existirão divergências que
muitas vezes parecem desnecessárias. Exemplo: um grupo diz querer a revolução.
Parte dele a defende com o uso da violência, parte dele repudia o uso da
violência e defende a resistência pacífica. Parte dele dirá que a religião é o
ópio do povo, parte dele dirá que a religião é mais que necessária pra a
abertura interior de cada um.
Sendo assim, como é possível a união? Se eu julgo minha
perspectiva de mundo a certa e a melhor solução pros problemas à minha frente,
se acho que isso traz o bem comum, como a colocarei em prática se sempre haverá
uma oposição? Quantas vertentes de uma
organização política foram criadas diferentes da original? Melhor? Pior? Pra
quem? Posso unir-me a ti e tua visão de mundo hoje, mas depois dela ser
instaurada quem garante que ela não será distorcida conforme à sua, a minha ou
a uma terceira visão dela?
O mundo carece de união, é um fato. Mas se cada homem molda
a realidade a seu ver, como é possível uma igualdade ideológica? Como vamos nos
unir, se não concordamos nem no que é bem e comum a todos? Dizia Rousseau que devemos renunciar à nossa
liberdade pra um governo justo. Será que nossa liberdade é um preço bom pra
justiça? Que justiça seria essa? Será que renunciar à nossa liberdade vale a
pena, pra qualquer troca que seja?
Olha, eu não sei pra quão unida ou desunida nossa sociedade
caminha... Lutamos pela tal da igualdade, pela tal da união, mas eu espero que
isso se reduza à esfera social, política e econômica, pois, assim com li por aí
dia desses: “Se todo mundo pensar igual, ninguém está pensando.”
Seria o pensamento diferente e único de cada um o que nos une e nos move?
Seria o pensamento diferente e único de cada um o que nos une e nos move?
Talvez Durkhein tenha razão.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
O Populismo nosso de cada dia
Vocês já pararam pra pensar o quanto a massa é populista? O quanto depositam suas expectativas em determinado governante e ele, como resposta, vomitasse propostas de desenvolvimento pra apaziguar toda a população insatisfeita?
Sabe aquele seu amigo, familiar ou até vizinho que sempre defende determinado político porque ele fez grandiosas obras, privilegiou os trabalhadores, criou leis trabalhistas, tirou a maioria da miséria, criou programas assistencialistas e tudo mais... Tal defesa não se mostra incoerente, afinal, o cara deu uma de gênio da lâmpada e atendeu os pedidos milagrosos do povo.
Mas será que isso justifica o fato da massa se tornar cega? Será que a lógica "ele me tirou da miséria, logo, ele olha pra mim, ele quer o meu bem e está do meu lado" faz sentido?
Muitos acham que populismo se resume a uma "liderança carismática que se aproxima do povo, atende suas necessidades, beija bebês em época de eleição, tira fotos na periferia, etc etc etc". Quer um exemplo? nosso querido Getúlio Vargas, criador da CLT(Consolidação das Leis do Trabalho). Não é em vão que na imagem no início deste post tem um cartaz mencionando o dito cujo.
"Queremos Getúlio porque ele nos deu aposentadoria."
"Queremos Lula porque ele nos tirou da miséria."
A figura populista cria uma coisa meio que hipnótica na população e esta, por sua vez, deixa de questionar, criticar e se torna acomodada. Daí dizem que o populismo é um governo de mão dupla: o governante vai lá, atende os anseios da massa e ela, por sua vez, não o questiona, só aceita.
Quantos ao seu redor fazem parte de uma massa populista? Quantos defendem Lula por toda a miséria erradicada? Quantos são Varguistas por sua sensibilidade com o trabalhador?
Será que eles são tão perfeitos assim? E toda a corrupção por trás do querido molusco? E o jogo político com a camada elitista por parte do Vargas? Será que eles devem mesmo ser defendidos?
Não creio que governo algum seja digno de ser rebaixado a pó, bem como ser elevado aos céus. Também não acredito justo que vejamos só as boas obras de um político, bem como dizer que ele foi sujeira e nada mais. Se é pra criticar, sejamos críticos com ambos os lados.
Menos alienação, mais 'abrir os olhos'.
Menos populismo, mais anarquismo.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Efeitos do Momento Político Social e Econômico Mundial na Turquia
Após ter se dado início o atual senário de protestos a nível nacional no país (Turquia) eu procurei me informar melhor sobre o que realmente estava acontecendo lá, visto que não tenho a inocência de procurar na mídia corporativista o ímpeto e interesse popular pela busca dos fatos seja que interesses eles enfrentam ou deixam de enfrentar, não que os mesmos conglomerados e impérios midiáticos falem absolutamente inverdades, mas por questões óbvias e lógicas eles tem limites nessa busca e publicação.
Erdogan vencedor das ultimas três eleições a frente do "partido islâmico da justiça e desenvolvimento" (AKP) totalizou dez anos no poder político da Turquia, num primeiro momento ativistas políticos e sociais como eu chutaram: "- Se tratam de efeitos da primavera árabe, dos movimentos de ocupação, dos indignados, esquerda 2.0, anonymous e etc" Mas agora vejo que não é bem assim, obviamente existem os efeitos e o momento é de ebulição pelo surgimento de novas formas de estabelecimento democrático e político, porém as coisas não são tão simples, Erdogan não é o alvo que a mídia em geral tenta estabelecer, e sim a democracia representativa, esta começou a entrar em cheque, e somado a isso ainda existem os efeitos econômicos sociais da Troika, o ressurgimento dos movimentos anarquistas e os movimentos de extrema direita, cada vez mais a sociedade não só europeia como mundial vai acordando para a derradeira realidade que a mídia e os governos mundiais já não conseguem esconder com eficácia. (mas acredito que isso pode ficar como tema de um outro texto)
Todo esse imbróglio começou em Istambul onde houve um protesto contra um empreendimento na região central da cidade, tal empreendimento comprometeria estruturas e valores históricos da cidade (Soa familiar a mim ao que tem ocorrido no Rio de Janeiro com relação aos mega eventos, salvo algumas diferenças é lógico)
Contudo houve violenta repressão policial em relação a esta manifestação, desta forma e ai sim sob os efeitos que eu já mencionei a causa ganhou uma bandeira maior, provavelmente não apenas pela reação dos opositores mas pela realização de que as dificuldades a serem enfrentadas eram muito maiores, esse fenômeno me parece ter vindo para ficar por culpa do advento das redes sociais que já davam meios de comunicação, porém agora já começam a ser melhor usados como ferramenta de organização de manifestos presenciais, esses avanços são permanentes e o processo é evolutivo e emancipatório, os especialistas honestos da área não mais se surpreendem com isso, agora é uma questão de tempo que a grande mídia se de conta e se adeque para não ficar muito longe da realidade como tem estado.
Erdogan vencedor das ultimas três eleições a frente do "partido islâmico da justiça e desenvolvimento" (AKP) totalizou dez anos no poder político da Turquia, num primeiro momento ativistas políticos e sociais como eu chutaram: "- Se tratam de efeitos da primavera árabe, dos movimentos de ocupação, dos indignados, esquerda 2.0, anonymous e etc" Mas agora vejo que não é bem assim, obviamente existem os efeitos e o momento é de ebulição pelo surgimento de novas formas de estabelecimento democrático e político, porém as coisas não são tão simples, Erdogan não é o alvo que a mídia em geral tenta estabelecer, e sim a democracia representativa, esta começou a entrar em cheque, e somado a isso ainda existem os efeitos econômicos sociais da Troika, o ressurgimento dos movimentos anarquistas e os movimentos de extrema direita, cada vez mais a sociedade não só europeia como mundial vai acordando para a derradeira realidade que a mídia e os governos mundiais já não conseguem esconder com eficácia. (mas acredito que isso pode ficar como tema de um outro texto)
Todo esse imbróglio começou em Istambul onde houve um protesto contra um empreendimento na região central da cidade, tal empreendimento comprometeria estruturas e valores históricos da cidade (Soa familiar a mim ao que tem ocorrido no Rio de Janeiro com relação aos mega eventos, salvo algumas diferenças é lógico)
Istambul (em turco: İstanbul), a antiga Bizâncio e Constantinopla (nome ainda usado em várias línguas, como no grego Κωνσταντινούπολις,Konstantinúpolis), é a maior cidade da Turquia, a quinta maior do mundo, rivalizando com Londres como a mais populosa da Europa, com 13 120 596 de habitantes na sua área metropolitana (2010).2 A grande maioria da população é muçulmana, mas também há um grande número de laicos e uma ínfima minoria de cristãos e judeus.É a capital da área metropolitana (büyükşehir) e da província de Istambul, a qual faz parte da região de Mármara. No passado foi a capital administrativa da Província de Istambul, na chamada Rumélia ou Trácia Oriental. Foi denominada Bizâncio até 330 d.C., e Constantinopla até 1453, nome bastante difundido no Ocidente até 1930. Durante o período otomano, os turcos chamavam-na de Istambul, nome oficialmente adotado em 28 de março de 1930.Foi a capital do Império Romano do Oriente e do Império Otomano até 1923, cujo governante máximo, o sultão, foi durante séculos reconhecido comocalifa, o chefe supremo de todos os muçulmanos, o que fazia da cidade uma das mais importantes de todo o Islão. Atualmente, embora a capital do país seja Ancara, Istambul continua a ser o principal polo industrial, comercial, cultural e universitário (aí estão sediadas mais de uma dezena deuniversidades) do país. É a sede do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, sede da Igreja Ortodoxa.A cidade ocupa ambas as margens do Estreito do Bósforo e do norte do Mar de Mármara, os quais separam a Ásia da Europa no sentido norte-sul, uma situação que faz de Istambul a única cidade que ocupa dois continentes. A parte central da parte europeia é por sua vez dividida pelo estuário do Corno de Ouro. É usual dizer-se que a cidade tem dois ou três centros, conforme se considere ou não que na parte asiática também existe umcentro. No lado europeu há duas zonas com mais destaque em termos de movimento de pessoas e património cultural: o mais antigo, onde se situava o núcleo da antiga Bizâncio e Constantinopla, correspondente ao atual distrito de Fatih, fica a sul do Corno de Ouro, enquanto que Beyoğlu, a antigaPera e onde se situava o bairro europeu medieval de Gálata, fica a norte. O centro da parte asiática tem contornos menos precisos, e ocupa parte dos distritos de Üsküdar e Kadıköy.Algumas zonas históricas da parte europeia de Istambul foram declaradas Património Mundial pela UNESCO em 1985. Em 2010, a cidade foi a Capital Europeia da Cultura e é candidata à organização dos Jogos Olímpicos de 2020. Devido à sua dimensão e importância, Istambul é considerada uma megacidade e uma cidade global. (Wikipédia)
Contudo houve violenta repressão policial em relação a esta manifestação, desta forma e ai sim sob os efeitos que eu já mencionei a causa ganhou uma bandeira maior, provavelmente não apenas pela reação dos opositores mas pela realização de que as dificuldades a serem enfrentadas eram muito maiores, esse fenômeno me parece ter vindo para ficar por culpa do advento das redes sociais que já davam meios de comunicação, porém agora já começam a ser melhor usados como ferramenta de organização de manifestos presenciais, esses avanços são permanentes e o processo é evolutivo e emancipatório, os especialistas honestos da área não mais se surpreendem com isso, agora é uma questão de tempo que a grande mídia se de conta e se adeque para não ficar muito longe da realidade como tem estado.
domingo, 2 de junho de 2013
Até quando uma manifestação pode ser pacífica?
Convenhamos amigos, a agressão física é um dos piores males da sociedade atual. Ela traumatiza crianças, machuca gravemente os corpos e as mentes, perturba mentalmente quem agride, sangra e faz sofrer quem é agredido. Na lógica das mentes atuais, uma atitude violenta vinda de um cidadão deve ser considerada como abuso moral e físico, e por assim sendo, o autor deve ser gravemente punido.
Na questão da agressão, podemos encaixar a morte, na qual até mesmo pela agressão física pode ser alcançada. Qualquer desumano que realiza tal ato deve sofrer, sentir o que fez outros sentirem. Essa é a lógica das pessoas de uma sociedade mercantil. Afinal, isto é justiça ou vingança? Vingança justificável.
Mas e quando é uma pseudo-autoridade que realista tais brutalidades desumanas, o que deve ser feito? A lógica mercantil não é válida para aqueles que detêm um falso poder. A sociedade atual não se revolta nem se movimenta ao ver um skatista apanhando como se todo jovem que anda de skate fosse marginal.
Mas não é o único ponto. E quando são manifestantes que estão preocupados com o sistema vigente atual na qual aliena, escraviza e destrói a humanidade, que são brutalmente agredidos por policiais, quando estão apenas se manifestando e expondo suas opiniões? E quando essa agressão se torna tão violenta que chagar a tirar vidas? A população se cala. Temos como exemplo a Turquia hoje.
As manifestações
começaram de forma muito pacífica: o que fizeram foi simplesmente parar em
frente as máquinas, quando estas vieram para derrubar as árvores. E o que era
uma manifestação popular pacífica acabou virando quase uma guerra civil – exceto que para uma guerra de fato, ambos os lados estariam
armados e aqui há claramente uma desvantagem e uma opressão de um governo
autoritário. Foram informados que cerca de 939 pessoas presas e números
médicos apontam mais de 100 feridos.
Qual atitude deve ser tomada diante dessa desumanidade?
É agora, é nesse ponto crítico que uma manifestação inicialmente pacífica se torna uma guerra civil injusta. E aí então, vemos a verdadeira oposição: Povo x Estado.
sábado, 1 de junho de 2013
O Estado, o Capital e os super-heróis
Em um breve pensamento sobre o fascismo, chego a conclusão de que o fascismo se encontra nos dias de hoje, tanto na realidade, quanto na fantasia. E que existem dois tipos de fascismo: o fascismo individual e o fascismo coletivo.
Ao pensar em fascismo, logo nos vem a cabeça a imagem de Hitler, Mussolini, dentre outros que tinham um forte sentimento de defesa de um ideal, mesmo que essa ideal seja sujo e desumano, como ideal nazista, por exemplo. Este fascismo criticado pelos historiadores é um grande exemplo de fascismo coletivo, na qual o grupo de pessoas lutam apenas pelo bem do mesmo grupo, cada integrante não mais um todo, é a parte de um todo.
E é esse tipo de fascismo que é mais encontrado na sociedade atual, tanto pela parte do Estado que obriga suas crianças a cantarem seus hinos patriotas e que aliena os adultos fortalecendo a nacionalidade deles com aspectos competitivos internacionais, como a Copa do Mundo, por exemplo, quanto, também, pela concorrência entre cada empresa, na qual os administradores da empresa tornam-a importante demais na vida, se pensa o nome dela, o logo dela, o uniforme para identificar quem faz parte daquele grupo fechado.
Logo, todo Estado, por ser uma organização de força, é naturalmente fascista e o nacionalismo é a clara ilustração desse fascismo. Assim, como toda empresa é, por natureza, fascista, sendo que, no mínimo, os administradores devem fixar suas atenções apenas á empresa. Logo, esses são exemplos de fascismo coletivo. Mas é apenas com o Estado e com o Capital que esse afeito aparece? Não. Você mesmo, que esta lendo este texto, pode estar sendo vítima desse fascismo coletivo. Como? Simples, torcida organizada é um grande exemplo desse fascismo atualmente, na qual o sentimento de grupo e a mania de tentar achar nos outros o que está em você mesmo te tornam capaz de ferir uma pessoa, um próximo, igual a você, mas se ele está com camisa do outro time, ele é um inimigo. Se você tem alguma dessas características, cuidado, repense seus ideais e suas atitudes:
- Super-defesa a um grupo fechado a qual pertence;
- Disponibilidade de ações violentas físicas ou morais apenas para defender um ideal que julga correto;
- Arrogância com quem critica um ideal, ou empresa, ou país.
Todas essas características se encaixam no fascismo coletivo, tanto quanto no fascismo individual, como os super-heróis. Os super-heróis usam um símbolo no peito, como
cavaleiros medievais usavam-no em seus escudos, a semelhança também não é
coincidência, Hitler também tem seu símbolo, como Hiroito, como Mussolini, como
os soviéticos, como os X-Men (o Professor Xavier enfrenta Magneto acreditando
que os mutantes devem coexistir pacificamente com a humanidade e não dominá-la,
mas em nenhum momento os "mocinhos" negam a superioridade do mutante,
chamado inclusive de homo superior).
Como se observa, o fascismo nos cerca e se disfarça, você pode estar sujeito a algum fascismo, mas nem se dá conta. Abre teus os olhos.
sábado, 25 de maio de 2013
Estudando à liberdade
Imagino que o anarquismo seja uma forma
fundamentalista, com o Viés de ser Ateu, uma condicionante. Assim consigo
entender que como o islã, para o mulçumano, esta o Ateu para o Anarquista. O
que tem de mais importante nisso para mim, é ser o Ateísmo, muito ligado a
forma fundamentalista, ao contrario dos fundamentalismos Cristão, Budista
Islâmico, mas fundamentalista. O que não é mau, tanto que o numero de pessoas
ligadas a estes fundamentais pensamentos religiosos somam quase o total de
humanos na terra hoje. Logo entendo que o número de anarquista pode sim obter
espaços de gestão de uns países, que poderá iniciar assim usando as logísticas
existentes, para o fortalecimento das associações entre, conselhos, sindicatos
e repartições publicas, no sentido de garantir serviços prioritários.
Estudando à liberdade
Judaísmo:
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
Peter Demante.
O mundo antigo, politeísta, era povoado por uma
multidão de deuses e deusas, alguns representando
forças naturais, outros se manifestando na forma de
animais ou de seres bastante semelhantes aos
homes. Além da finitude da vida, a principal
diferença entre mortais e imortais consistia no poder
maior destes últimos. Os deuses não eram seres
melhores do que os homens, eram simplesmente mais
fortes. Eles não forneciam aos mortais um sentido à
vida ou mesmo um bom exemplo seu comportamento
que, como os mitos narravam, revela-se muitas vezes
egoísta e bizarro.
A relação com esse panteão politeísta era,
portanto, utilitarista os homens tentavam agradar até
manipular os deuses, por meio de sacrifícios e de
magia.
Judaísmo:
A primeira revolução Monoteísta.
“Do Livro”
O Mundo Muçulmano.
de
de
Peter Demante.
O cristianismo é o segundo elo da revolição
monoteísta e influenciaria o islã não menos que judaísmo.
O ano 33d.C. é data tradicional da crucificação de
Jesus (Issa) de Nazaré, reformador radical judeu,
pelo exército de ocupação romana e com a conivência
da elite religiosa em Jerusalém. Para seus seguidores,
Jesus foi considerado o Messias, o ungido (cristo,
em grego), e posteriormente, na teologia de Paulo de Tarso, uma das três
expressões da própria divindade. Era uma visão que conduziu fatalmente à
ruptura com o judaísmo oficial. Mas, graças ao zelo dos apóstolos, que
aproveitaram a existência da diáspora judaica e de uma eficiente rede de
comunicação no Império Romano inteiro, a mensagem cristã se difundiu
rapidamente. Dentre os direitos o de não ter religião é o que mais incomoda a
sociedade,...”Todavia, o ateísmo é a ausência de religião, ou seja, a falta de
credo religioso. Obviamente, a renúncia que representa o ateísmo também é
aceita dentro de um Estado Laico. Por ser baseado na democracia e na liberdade
de consciência, tanto caberá neste Estado qualquer manifestação religiosa,
quanto será igualmente aceito aquele que não desejar tê-la”... Esta parte do
direito de quem não deseja tela ter os mesmo direito no Estado Laico no Brasil
é apenas tese, jamais alguém é aceito plenamente na sociedade sem religião, sem
Deus, tem aqueles que políticos consagrados bradam à liberdade por um Estado
Laico, mas quando se referee ao Ateísmo perdem força e calados deixa o ritmo
social fluírem aos votos , porque devemos ser muito poucos e para não ter
repeito político, devemos também estarmos entre aqueles que menos tem formação
,pois esta bandeira fica suja dos pés de quem religiosamente se limpa, não
importando com respeito de quem não crê ter que conviver com bandeira agora sim
repugnante. Politicamente estaremos vivendo com Estado tolerante a que se
refere ao Estado Laico mas e principalmente referindo-se as muitas religiões e
alguns Deuses quanto ao Ateu terá que ter mais paciência e conviver com o
desconforto de estar incomodando por não crer.
Atento.
Atento.
Sou dá felicidade atento
Do amor perseguidor a contento
Da liberdade cúmplice e a todos entendo
Sou Anarquistas e a tudo enfrento
Vivo as paixões, estudo, compreendo
Do tempo á evolução, dá humanidade à confusão
Dá ciências a humilde evolução
Dá família, da geopolítica muita coerção
Somos fortes na face da terra
Transformamos, convivemos, reformamos
Queremos dá vida à digna condição
Sou também dá eternidade uma parte
Faço do viver minha arte
Ateu, que universo de vida farte.
Kiko Pardini
...Genesis...=
Quando, de quando me lembro, e já me entendia
criança, mas sabendo que não seria sempre assim, aí eu crescia. E esta certeza
despreocupava-me por saber ser natural o demorar crescimento e já havia uma
consciência em mim. Por não entender o tempo com toda definição de crescimento,
julgava ter todo tempo do mundo para brincar à só, ou com meus irmãos, minha
visão dos adultos e crianças era distante e mesmos de aves e bichos. ”animais”
domésticos. Esta consciência “dopava”, meu raciocínio, com sentimento de certa
solidão e repetia pra mim mesmo vez por outra ...”eu cresço depois, fico grande
depois”... Não entendendo ainda me lembro do seria cidade, ou bairro conhecendo
os limites do quintal. Quintal que transformava sua aparência e os lugares de
brincadeiras vez por outra, hora por vontade de minha mãe com implantação de
jardim, hora por meu pai nas construções de pequenos galpões, abrigo para suas
ferramentas. Hoje, com mais de meio século de idade sei também ser filho da
humanidade e da história. Onde os filhos de nossa mãe preta, previdente
abandonam as copas das arvores e se aventuram nas pradarias e florestas, estes
que lutaram bravamente, ao tomar consciência de que terão que lutar para
conquistar um novo território. Diferente de quando eu criança que apenas via o
mesmo território modificado. Creio que as consciências advindas de alguns
raciocínios lógicas nos levaram neste inicio, a aceitar algumas radicais
mudanças, assim como um no inicio de uma filosofia empírica. Assim o início de
ferramentas e do domínio do fogo crê. Bom esta história de que também sou filho
teve varias evoluções, umas delas pela constância, tido e havido como costumes,
coisa muito própria nossa humana que transmitimos e incluímos em nossas vidas
de conformidade com nossas conveniências. Dentro destes rituais o que lembra o
lúdico deva ter dado inicio a crenças e acabáramos por ter chegado à política,
a filosofia e a o tão único e indevidamente Deus. Assim na minha época de eu
criança estava como os filhos de nossos ancestrais, vendo minha pradaria e
florestas, como nosso quintal e da caverna a nossa casa, onde convivíamos entre
risos e eventuais tristezas. Aprendendo alguns dos já formados conceitos éticos
alicerçando a consciência e a evoluindo em mutações de adaptações que nos convém
criando entre novos conceitos filosóficos e poesias os resultados de nossa
consciência pelo nosso raciocínio. Existem entre nós vários problemas
existenciais, que não aprendemos a dominar e outros problemas por nós termos
muito domínio e posso exemplificar aqui como a religião e a geopolítica e ou
também assim, Deus e o Ateu no consciente universo da nossa possível
eternidade.
Como vivemos neste cosmos, onde o tempo permite o
construir e destruir além de promover a construção e as desconstruções dentro
desta constância até agora para nós entendida como eterna. De criança em casa,
entre brinquedos e quintal, nunca fui tão credo em Deus, como as igrejas
apresentaram, sempre tive lá na consciência minha incredulidade embora me
obrigava a cumprir os rituais impostas pelas igrejas que migram minha família,
lembrando sempre dentro do cristianismo. Lembro o direito de um Estado laico
onde só conviver varias seitas e religiões nos mais variados deuses e Deus.
Alem do direito de, o não crer em Deus por não haver mesmo Deus, ou deuses
algum e lutarmos pela nossa compreendendo o lapidar do nosso raciocínio. Pra
mim hoje vejo que mesmo enquanto menino “criança,” pode entender e formar uma
consciência através do empírico raciocínio natural em toda criança.
Os exemplos de liberdade que experimentei foram-me muito gratificantes, mesmo tendo sofrido e muito para alcançá-los dentro de cada situação vivida, onde a plenitude dela, á liberdade foi buscada, quando não foi possível resgatei a que mais me completava. É claro que a época que nasci favoreceu muito minha escalada embora demorasse muito para que entendesse alguns dos alicerceis do mundo que estava sendo visivelmente modificados. No Brasil já não havia um ditador no governo apesar do capitalismo, a penicilina contribuía como a pílula anticoncepcional para liberdade, houve Woodstock, a ida do home na lua etc. Assim passei lentamente a interpretar a liberdade e o anarquismo vivendo como aprendiz de tudo que a sociedade pudesse oferecer, dentro de uma ética que variava no respeito Maximo das clausuras impostas por cada profissão que me via envolvido para sobreviver, como também respeitar a ética da ideologia social do tempo nos bairros das cidades que vivi na mescla político religioso passando por lugares de sistema patriarcal ao estado mais puro da liberdade onde as belezas das pessoas somadas aos poderes políticos monetários unidos com as melhores informações davam ares de paraíso ilhado no mundo. Más não só passei aproveitar como poderia um paria, mas também me envolvia nas situações de decisões para melhorar algo ou alguma coisa, este envolvimento é a base da liberdade do ser que nos uni pelos problemas que resolvemos ou não. Ai com o passar dos anos você percebe que o viver aqui ali e acolá muito conquistou apesar das perdas, então estas experiências dos nichos sociais o torna livre de certa forma. Hoje você olha para traz e percebe não pertencer legitimamente de nenhum destes nichos sociais és livre, e todos cobram isso de você. Ai o fim da utopia o êxtase da liberdade transformando em solidão. Na anciã de se identificar com sua liberdade analisa alguns nichos sociais contemplando-os sofrendo porque intelectualmente não galgou níveis de nichos superiores, sofrendo com sua ignorância sem fazer apologia ao empirismo, e como já disse o poeta “...o que fazer desta tal liberdade....”
Os exemplos de liberdade que experimentei foram-me muito gratificantes, mesmo tendo sofrido e muito para alcançá-los dentro de cada situação vivida, onde a plenitude dela, á liberdade foi buscada, quando não foi possível resgatei a que mais me completava. É claro que a época que nasci favoreceu muito minha escalada embora demorasse muito para que entendesse alguns dos alicerceis do mundo que estava sendo visivelmente modificados. No Brasil já não havia um ditador no governo apesar do capitalismo, a penicilina contribuía como a pílula anticoncepcional para liberdade, houve Woodstock, a ida do home na lua etc. Assim passei lentamente a interpretar a liberdade e o anarquismo vivendo como aprendiz de tudo que a sociedade pudesse oferecer, dentro de uma ética que variava no respeito Maximo das clausuras impostas por cada profissão que me via envolvido para sobreviver, como também respeitar a ética da ideologia social do tempo nos bairros das cidades que vivi na mescla político religioso passando por lugares de sistema patriarcal ao estado mais puro da liberdade onde as belezas das pessoas somadas aos poderes políticos monetários unidos com as melhores informações davam ares de paraíso ilhado no mundo. Más não só passei aproveitar como poderia um paria, mas também me envolvia nas situações de decisões para melhorar algo ou alguma coisa, este envolvimento é a base da liberdade do ser que nos uni pelos problemas que resolvemos ou não. Ai com o passar dos anos você percebe que o viver aqui ali e acolá muito conquistou apesar das perdas, então estas experiências dos nichos sociais o torna livre de certa forma. Hoje você olha para traz e percebe não pertencer legitimamente de nenhum destes nichos sociais és livre, e todos cobram isso de você. Ai o fim da utopia o êxtase da liberdade transformando em solidão. Na anciã de se identificar com sua liberdade analisa alguns nichos sociais contemplando-os sofrendo porque intelectualmente não galgou níveis de nichos superiores, sofrendo com sua ignorância sem fazer apologia ao empirismo, e como já disse o poeta “...o que fazer desta tal liberdade....”
ONU e o acento Permanente do Brasil no Conselho de
Segurança.
Transmitido por TV aberta, a respeito da Segurança
Nacional com referência a ONU onde o Brasil, requerendo um acento no Conselho
de Segurança esta encontrando restrições. Entendo segundo ouvi do Geopolítico
Martins da USP, que os que conseguiram este acento tiveram muitos problemas a
ser resolvido e comprometimentos, que o Brasil tem que se adequar e ter
proposta do foco a defender, que segundo ele é uma idéia a ser considerada e,
eu concordo e venho aqui defender. Porem antes não posso deixar de lembrar a
intervenção do Ex Presidente Lula, na união dos países da língua Lusofónica.
Foi um inicio para reinvidicar um acento junto ao Conselho de Segurança. Bom
segundo o Geopolítico Martins da USP, o Hemisfério Norte, esta contido em mapa
afins de segregar o Hemisfério Sul. Com a leitura política onde os países do
Hemisfério Norte como Rússia, China, Japão, EUA, Inglaterra e todo continente Europeu
seguido pelos países Árabes estão unidos e com voz e vez junto a ONU para fazer
uma expansão econômica. Ele o Geopolítico da USP Martins, narra a Saga do Norte
nos avanços históricos de desenvolvimento e foi a partir do Sul de Portugal da
época das grandes navegações que fixou sua análise percebendo a invasão do
Norte do país o forçando a investimentos obtendo êxito com a navegação. O mapa
Geopolítico que propõe dos países sul, subentende-se que a união, que assim
dividido, nas distancias com a África, compomos também com o continente
Australiano como Sul e, este fato confere ao Hemisfério Sul uma condição de
proposta para o Conselho de Segurança da ONU, liderado pelo Brasil no foco de
defesa do nosso Hemisfério. A seguinte pergunta proposta pelo Geopolítico da
USP tem a meu ver respaldo das forças armadas brasileira, “O que queremos o que
proporemos para ONU, como foco ideológico para sustentar o comprometimento dos
continentes afins”, estes que darão o aval para o Brasil se sustentar como
defensor do hemisfério sul, e o porquê da proposta. Uma das reivindicações
geopolítica esta na construção do avião supersônico F20 que por ter um custo de
produção possível para o Brasil com a Embraer possibilitaria estes países
emergentes as defesas territoriais, pois segundo o Geopolítico estamos no
momento Marítimo de problemas nas defesas Nacionais. E que no Brasil teríamos
que ter mais atenção no transporte dada nossas dimensões revertendo para as
linhas férreas o compromisso de transporte de grãos e passageiros. Na Fã de ser
discutida com propriedades, esta idéia que traz uma anárquica visão, de
liberdades continentais venho expondo com muito interesse nos estudos
possíveis. Kiko Pardini
Senhores, o que é a liberdade senão uma existência sem influência?
São observados por mim 4 formas de liberdade. A liberdade
mercantil, a liberdade sem adjetivos, a liberdade sem consciência, e a
liberdade extrema. Eis que a liberdade mercantil é a que todos já têm, é a
liberdade de poder consumir o que quiser, porém, aqui se encontra um opressor
querido: o dinheiro. Sendo este um obstáculo para o consumo desenfreado. Sendo assim,
nas mentes alienadas da sociedade atual, ter dinheiro é ser livre, é poder ter
tudo. Porém, será esta uma forma de real liberdade? Ora, o dinheiro proporciona
a liberdade do indivíduo, sendo assim, o indivíduo sendo fortemente influenciado
pelo dinheiro. Entretanto, essa ideologia de liberdade não é natural senão que
cultural. É uma ideologia implantada em mentes que não questionam para que as
indústrias do consumo possam desfrutar de seu Deus sujo: o dinheiro, ou
capital, ou o famoso lucro. Ou seja, de uma forma ou de outra, essa liberdade
não é verdadeira.
Mas ei que tiremos o capital para que sejamos livres... Ainda
temos o Estado para organizar a vida e a sociedade de forma limpa, livre e
justa. Ou pelo menos deveria ser, mas não o pode já que a própria natureza
fascista do Estado não permite. O Estado se apresenta como todo sendo somente
parte. “O que é o Estado senão uma organização de força? Mas é da natureza de
toda força não poder suportar nenhuma outra, nem superior, nem igual, não
podendo a força ter outro objetivo senão a dominação, e a dominação só é real
quando tudo o que a entrava lhe está subjugado.” Sendo assim, cada pessoa, cada
indivíduo deve estar abaixo do Estado, deve estar a serviço deste, e apenas
obedecer a ele. Isso não se parece, nem de perto, nem de longe, a uma
liberdade.
Então tiremos o capital e o Estado fascista, oras. Porém,
tendo em vista sua moral e ética como formadores de ações e reações humanas,
percebe-se uma auto-limitação individual, ou seja, a própria consciência se
torna uma barreira psicológica de ações que te dominam. Sendo assim, mesmo sem
um Estado e um capital, o indivíduo não está verdadeiramente livre.
Mas será a liberdade algo que deve ser buscado a fundo? Se
assim for, a falta de consciência se tornaria a base da sociedade, porém,
seria, ainda, uma não existência de liberdade, já que se tornaria lei a falta
de consciência. Portanto, declaro a liberdade extrema inalcançável. Mas, se é inalcançável,
deve-se desistir dela? De modo algum! Deve-se procurar a liberdade sem
adjetivos! Na qual os fatores EXTERNOS não influenciam a suas ações. Sendo
assim, cada um, dono de ti. Ou seja, a autonomia, a liberdade, autogestão e a consciência
se tornam as bases da sociedade, e cada individuo, trabalhando e vivendo cooperativamente
com seus irmãos de alma.
Filosofia é importante para a Liberdade
Filosofia (do grego Φιλοσοφία, literalmente «amor à sabedoria») é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, a verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem. Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a argumentação lógica, a análise conceptual, as experiências de pensamento e outros métodos a priori. (wikipedia)
É bem claro para quem começa a "amar a sabedoria" ver que faz sentido que os sistemas formais de educação não lhes de a devida importância, mesmo considerando que em universidades públicas se difunde razoavelmente suas origens históricas que por si só já é algo importante... e falar da importância da filosofia é falar da importância da Liberdade, não podemos construir boas estruturas e "pontes" no campo das relações humanas sem que seus alunos e "alunosprofessores" aprendam a questionar as coisas de um modo assertivo, e isso tem mesmo me parecido ser bem mais complexo do que eu imaginava pois de certa forma o contato com a Filosofia se não bem feito e bem planejado por que o apresenta pode gerar efeitos malévolos, pode gerar um agravamento de recalques e conservadorismos... e isso eu julgo como algo ruim dando-se o fato que acredito que a Filosofia é uma fonte cientifica que se mal acessada pode se fechar e dela saem quase tudo de desenvolvimento cientifico humano e algumas coisas de exatas, ou seja, portas fechadas para a produção de boa parte do conhecimento, seria algo como "desamor a sabedoria" ou algo assim... e já sabemos que existem interesses dos poderes constituídos de manter o status quo, de manter as pessoas agindo o conhecimento e não criando e questionando por ai, isso seria algo ruim.
Bom, existe muito para ser bebido dessa "fonte" que é o "amor ao conhecimento", meu desejo é que cada vez mais isso possa ser percebido pelas pessoas e assim praticado em sua plenitude de Liberdade, meio a exemplo do que prega a Pedagogia Libertária e muito do pregado por Paulo Freire...
Amém ~
É bem claro para quem começa a "amar a sabedoria" ver que faz sentido que os sistemas formais de educação não lhes de a devida importância, mesmo considerando que em universidades públicas se difunde razoavelmente suas origens históricas que por si só já é algo importante... e falar da importância da filosofia é falar da importância da Liberdade, não podemos construir boas estruturas e "pontes" no campo das relações humanas sem que seus alunos e "alunosprofessores" aprendam a questionar as coisas de um modo assertivo, e isso tem mesmo me parecido ser bem mais complexo do que eu imaginava pois de certa forma o contato com a Filosofia se não bem feito e bem planejado por que o apresenta pode gerar efeitos malévolos, pode gerar um agravamento de recalques e conservadorismos... e isso eu julgo como algo ruim dando-se o fato que acredito que a Filosofia é uma fonte cientifica que se mal acessada pode se fechar e dela saem quase tudo de desenvolvimento cientifico humano e algumas coisas de exatas, ou seja, portas fechadas para a produção de boa parte do conhecimento, seria algo como "desamor a sabedoria" ou algo assim... e já sabemos que existem interesses dos poderes constituídos de manter o status quo, de manter as pessoas agindo o conhecimento e não criando e questionando por ai, isso seria algo ruim.
Bom, existe muito para ser bebido dessa "fonte" que é o "amor ao conhecimento", meu desejo é que cada vez mais isso possa ser percebido pelas pessoas e assim praticado em sua plenitude de Liberdade, meio a exemplo do que prega a Pedagogia Libertária e muito do pregado por Paulo Freire...
Amém ~
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